Métricas para analisar um quarterback

Posição mais importante do futebol americano, o quarterback é a essência de qualquer ataque. Não é por acaso que os jogadores mais bem pagos da NFL jogam justamente nessa posição e, a cada ano que passa, a relevância do signal caller só aumenta.

Naturalmente, analisar a capacidade de um quarterback é fundamental para o apostador se sobressair nas apostas de NFL. Portanto, separamos algumas das melhores métricas para tal.

QBR (Quarterback Rating)

Tradicionalmente, existe o rating do quarterback, que é uma estatística utilizada para mapear a qualidade do jogador. No entanto, é uma métrica que tem as suas falhas.

Em 2006, a ESPN estadunidense resolveu criar a sua própria versão do rating para quarterback. Chamada QBR, ela é bem mais apurada. De acordo com o QBR, por exemplo, nesta temporada o Lamar Jackson é o melhor com 80.2, seguido por Patrick Mahomes (77.9) e Drew Brees (76.8).

Essa estatística faz muito mais sentido do que o rating utilizado há décadas. Nessa métrica, Brees é o primeiro com 115.3, seguido por Ryan Tannehill (114.6). Jackson, que é o provável MVP, só aparece na terceira colocação.

GWD (Game Winning Drives)

Nos esportes americanos, existe uma palavra chamada “clutch” que é bastante utilizada. Em bom português, clutch é o mesmo que “decisão”. É quando o jogador consegue ser decisivo nas horas mais importantes da partida.

Na NFL, existe uma estatística importante para tal, que é chamada de Game Winning Drives (GWD), ou seja, campanhas que levaram a vitória da equipe.

Quarterbacks decisivos geralmente conseguem se sobressair nos últimos quatro minutos de jogo. Russell Wilson, por exemplo, já conduziu seu time ao triunfo nos momentos finais da partida em cinco oportunidades nesta temporada. Josh Allen, do Buffalo Bills, também. Logo depois vem Deshaun Watson (4).

Para quem aposta na live, ter a noção de GWD é bem interessante, pois quarterbacks decisivos no último período tendem a realizar campanhas espetaculares para vencer o jogo — ou seja, é algo que pesa em uma eventual aposta ao vivo no quarto período.

% de interceptação

Mais do que o número exato de interceptações numa temporada, a porcentagem de passes que foram interceptados é ainda mais importante. Nessa estatística, o menor nível possível é o melhor para o quarterback.

Com a porcentagem, você consegue ter uma noção exata da qualidade do quarterback quando o assunto é não cometer esse tipo de turnover. Por exemplo, Mason Rudolph, do Pittsburgh Steelers, tem apenas nove interceptações na temporada, mas a sua porcentagem de passe por interceptação é muito ruim (3,4%).

Josh Allen tem o mesmo número de interceptações do que Rudolph (9), só que a porcentagem é bem melhor (2%).

O grande líder nessa estatística em 2019 é Aaron Rodgers. Com apenas duas interceptações, o jogador só foi interceptado em 0,4% dos seus passes. Já o pior é Jameis Winston (4,7%).

Jardas por passe completado

A qualidade do quarterback também precisa ser avaliada pela sua competência em fazer o ataque avançar e jardas por passe completado é uma das melhores métricas possíveis.

Nessa estatística, por exemplo, é possível perceber que Mitchell Trubisky é o quarterback titular mais pragmático de toda liga e com apenas 9.8 jardas conquistadas a cada passe completado.

Já Matthew Stafford, do Detroit Lions, é o líder com 13.4 jardas por passe completado. Essa capacidade de avançar o ataque é crucial, pois quarterbacks que fazem isso tendem a produzir com qualidade mesmo com pouco tempo no relógio.

Jardas por jogo

Junto com as pardas por passe completado vem as jardas por jogo. Entre as estatísticas básicas da NFL, essa é a que mais faz sentido. Por mais que um quarterback seja eficiente, ele precisa fazer o ataque avançar de maneira consistente e com muita produtividade.

No entanto, jardas por jogo está de longe de ser tudo e não dá para confiar apenas nessa estatística para fazer uma análise de quarterback. Winston, por exemplo, lidera na temporada de 2019 com 327 jardas por jogo. Já Jackson, que é o principal candidato ao prêmio de MVP, tem “apenas” 206 jardas de média.

Nesse caso, é preciso contextualizar. Jackson joga em um ataque mais voltado para o sistema de jogo terrestre, enquanto Winston atua em um ataque totalmente focado no passe. Portanto, ter mais jardas por jogo não quer dizer que o quarterback do Tampa Bay Buccaneers é melhor do que o signal caller do Baltimore Ravens. De qualquer maneira, jardas por jogo ajuda no quebra-cabeça que é analisar um quarterback que atua na NFL.

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